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Correlações entre Capacidade Aeróbia, Capacidade Anaeróbia e Potência Anaeróbia, Determinadas por Testes não Invasivos e Específicos para Corredores

DOI: http://dx.doi.org/10.15600/2238-1244/sr.v12n31p15-22

https://www.metodista.br/revistas/revistas-unimep/index.php/saude/index 

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Mateus M. Durante1, Thiago F. Pires2, Vinícius de C. Andrade3, Mario L. de A. Leme4, Ídico L. Pellegrinotti5 & Fúlvia de B. M. Gobatto6

 

Resumo: Métodos simples, não invasivos e específicos para corredores vem sendo bastante aplicados no atletismo. Um deles e o modelo de velocidade crítica, que identifica a capacidade aeróbia (Vcrit), a qual parece apresentar elevadas correlações com índices aeróbios e a capacidade de corrida anaeróbia (CCA). Outro protocolo e o e Running Anaerobic Sprint Test (RAST), destinado a determinar a potência anaeróbia. Desse modo, o estudo objetivou estudar as correlações entre capacidades aeróbia e anaeróbia e potência anaeróbia, determinadas por dois testes não invasivos e específicos para a corrida, analisando também o efeito do gênero dos atletas sobre esses parâmetros. Foram avaliados 10 atletas (seis homens e quatro mulheres), submetidos a três baterias desses testes (27 avaliações). Para estimar as capacidades aeróbia e anaeróbia, utilizou-se o modelo de Vcrit. O ajuste linear “distancia vs. tempo” indicou os valores de Vcrit (coeficiente angular) e a CCA (coeficiente angular) da regressão. A determinação das potencias máxima (Pmax), media (Pmed), mínima (Pmin) e índice de fadiga (IF) foram fornecidos pelo RAST. Todos os resultados do grupo masculino foram superiores aos do grupo feminino, exceto a CCA. Apenas houve correlação significante entre Vcrit e CCA para o grupo todo e para a parcela masculina da amostra e entre Vcrit e as Pmed e Pmin. Conclui-se que, entre as avaliações utilizadas, não e possível substituir uma em detrimento da outra, necessitando de mais estudos para a compreensão do significado fisiológico da CCA.

Palavras-chave: avaliações anaeróbias, testes não invasivos, especificidade, corrida, capacidade, potência, gênero.

 

Abstract: Non-invasive, simple and specific evaluation methods have been used in athletism. One these procedures is the critical velocity model, which identifies the aerobic capacity (critical velocity - CV) and anaerobic running capacity (ARC). Another protocol used is the e Running Anaerobic Sprint Test (RAST) to determine the anaerobic power. Thus, the study aimed to verify the relationship among, aerobic capacity, anaerobic capacity and anaerobic power, determined by two non-invasive and specific tests for running athletes of both genders. Ten athletes (six male and four female) were submitted to three batteries of tests (27 evaluations). The aerobic and anaerobic capacities were evaluated by critical velocity model. A linear fit ‘distance vs. time’ was used for estimated the CV (angular coefficient) and ARC (linear coefficient). The maximal power (Pmax), medium (Pmed), minimum (Pmin) and fatigue index (FI) were determined by RAST. In all tests, the results of the male group were higher than the female group, except for ARC. There was a significant correlation between ARC and CV for the whole group and the male group. The CV also presented significant correlation among Pmed and Pmin for all group. Despite some correlations, the results suggested that did not be possible use only one evaluation for estimate the CV, ARC and anaerobic powers. The ARC physiological meaning need to be clarified.

Key words: anaerobic evaluation, non-invasive tests, specificity, race, ability, power, gender.

 

 

1 Graduado em Educação Física pela Universidade Metodista de Piracicaba-UNIMEP, Piracicaba-SP / Bolsista de iniciação científica do curso de Educação Física (PIBIC/UNIMEP-SP), E-mail: mateusdurango@gmail.com.
2 Graduado em Educação Física pela Universidade Metodista de Piracicaba-UNIMEP, Piracicaba-SP E-mail: mateusdurango@gmail.com.
3 Mestre em Educação Física pela Universidade Metodista de Piracicaba, Unimep. E-mail: andrade.fisioterapia@gmail.com.
4 Mestre em Educação Física pela Universidade Metodista de Piracicaba, Piracicaba-SP, E-mail: marioluisleme@ig.com.br.
5 Professor do Curso de Graduação e Mestrado em Educação Física da Universidade Metodista de Piracicaba, Unimep. E-mail: ilpelleg@unimep.br.
6 Professora do Curso de Ciências do Esporte-Faculdade de Ciências Aplicadas, Limeira, Universidade Estadual de Campinas, Unicamp E-mail: fbmanchado@yahoo.com.br.

 

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