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Reproductive Biology and Variations in the Gonadal Development of the Fish Curimatã (Prochilodus brevis Steindachner, 1875) in Captivity

DOI: http://dx.doi.org/10.18561/2179-5746/biotaamazonia.v5n2p65-70

http://periodicos.unifap.br/index.php/biota/index 

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Aline da C. Bomfim1, Danielle Peretti2, Christina da S. Camillo3, Simone A. G. L. da Costa4 & Renata S. S. do Nascimento5

 

Abstract: This study analyzed the reproductive biology of Prochilodus brevis held captivity during ontogenetic development in order to contribute to the conservation and improvements to induced breeding of this specie, which stands out for having commercial value attributed to the consumption of his "ova" and to be endemic in the Northeast. Sampling was fortnightly and 137 specimens were analyzed. Observations macroscopic and microscopic of the gonads allowed the identification of four stages of gonadal maturation: Immature, In Maturation, Mature and Regression. The age at maturity was predicted with a satisfactory degree of confidence, because the gonadal development was observed from fingerlings until adulthood. Hatching of fingerlings was accompanied at Estevão de Oliveira Fishery Station, in Caicó/RN/Brazil. Later the fingerlings were transferred to a tank in the Agricultural School of Jundiaí in Macaíba/RN/Brazil. Were verified juvenile males and females up to 225 days post-hatching (dph), in maturing stage from 247 dph, individuals with mature gonads from 274 dph and in regression stage from 359 dph for females and 410 dph for males, being corroborated by the variation in the curve of maturation based on the values of the Gonadosomatic Index. Thus, it was observed that even in captivity P. brevis reaches all stages of gonadal maturation, except for spawning, due to the absence of appropriate environmental conditions, since it is a species rheophilic. Therefore, it was found that the maturation of P. brevis occurs between 247 and 340 dph, corresponding to the period from October to January, similar to the natural environment.

Key words: Prochilodus, gonadal ontogeny, gonadal histology, gonadosomatic index, aquaculture.

 

Resumo: Este estudo analisou a biologia reprodutiva de Prochilodus brevis mantida em cativeiro durante o desenvolvimento ontogenético, a fim de contribuir com a conservação e o aprimoramento da reprodução induzida dessa espécie, a qual destacase por ter valor comercial atribuído ao consumo de sua “ova” e por ser endêmica da região Nordeste. A amostragem foi quinzenal, sendo analisados 137 exemplares. Observações macroscópicas e microscópicas das gônadas permitiu a identificação de quatro estágios de maturação gonadal: Imaturo, Em Maturação, Maduro e Regressão. A idade de maturação foi prevista com grau satisfatório de confiança, pois o desenvolvimento gonadal foi observado de alevinos até peixes na idade adulta. A eclosão dos alevinos foi acompanhada na Estação de Pesca Estevão de Oliveira, em Caicó/RN/Brasil. Posteriormente, os alevinos foram transferidos para um tanque na Escola Agrícola de Jundiaí, em Macaíba/RN/Brasil. Foram verificados machos e fêmeas juvenis até 225 dias após a eclosão (dae), em início de maturação com 247 dae, indivíduos com gônadas maduras a partir de 274 dae e em regressão a partir de 359 dae para fêmeas e 410 dae para machos, sendo corroborado pela curva de maturação com base nos valores do Índice Gônadossomático. Assim, observou-se que, mesmo em cativeiro, P. brevis atinge todos os estágios de maturação gonadal, com exceção da desova, devido ausência de condições ambientais adequadas, visto ser uma espécie reofílica. Portanto, constatou-se que a maturação gonadal de P. brevis ocorre entre 247 e 340 dae, correspondente ao período de outubro a janeiro, semelhante ao ambiente natural.

Palavras-chave: Prochilodus, ontogenia gonadal, histologia gonadal, índice gonadossomático, aquicultura.

 

1 Bióloga, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Mestre em Ciências Biológicas, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. E-mail:alinebonfim_7@hotmail.com
2 Bióloga, Universidade Estadual de Maringá. Doutorado em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais, Universidade Estadual de Maringá. Professora, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. E-mail: perettidani@gmail.com
3 Bióloga, Universidade Federal de Santa Maria. Doutorado em Psicobiologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Professora, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. E-mail: camillosc@hotmail.com
4 Bióloga, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Doutorado em Psicobiologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. E-mail: simonealmeidaleandro@gmail.com
5 Bióloga, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Doutorado em Psicobiologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. E-mail: renata@cb.ufrn.br

 

Literatura Citada

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